quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Diário de uma Paixão



Esse filme conta a história de uma menina chamada Allie, que vai passar as férias com a família numa cidade litorânea, nos anos 40. Lá ela conhece Noa, um garoto que mora na cidade. Noah vê Allie e é amor à primeira vista, embora eles sejam de classes totalmente diferentes: ela muito rica e ele um pobre operário. Por essas circunstâncias e pela súbita eclosão da Segunda Guerra Mundial, os dois são separados. Allie vai para a faculdade e Noah vai para a guerra, quando ele volta decide reformar uma velha casa onde os dois ficavam juntos. Embora Noah não saiba, Allie voltou para a cidadezinha litorânea, onde eles se conheceram e se apaixonaram. Ocorre que Allie está noiva de um soldado chamado Lon, que ela conheceu quando foi voluntária em um hospital. Noah fica sabendo que ela está comprometida e tenta de uma vez esquecê-la para sempre. Noah termina de reformar a velha a casa e pôe para vender, ele tira uma foto para o jornal da cidade e Allie vê. Ela vai atrás dele e os dois passam momentos maravilhosos e acabam se entregando novamente um ao outro.
O filme é contado por um senhor que se propõe a ajudar uma paciente que tem problemas na memória (Alzheimer), ele conta a ela uma bela história de amor sobre dois jovens, que na verdade é a história deles. Embora a memória dela esteja prejudicada, ela se deixa envolver pela emocionante história de Allie e Noah - e por alguns breves momentos reviver uma época de paixão e turbulência, em que eles juraram que ficariam juntos para sempre. O mais bonito, é que mesmo que ela tenha perdido a memória, ele não a deixa, pois ela é a mulher da vida dele.
O filme é uma história sobre oportunidades perdidas, amadurecimento e a força de um amor duradouro. O filme é muito emocionante, é impossível não chorar, vale a pena assistir. A história é realmente linda, incrivelmente fantástica e acima de tudo, retrata o amor VERDADEIRO e que ele nunca morre.

Veja o Trailer do filme:
http://www.youtube.com/watch?v=_m_6gawr2OE







Tropa de Elite, Música e Cinema

No dia 08 de outubro aconteceu a estréia nacional do filme brasileiro Tropa de Elite 2. Nesse filme, Wagner Moura retoma o personagem mais marcante de sua carreira, segundo o site oficial do filme, o capitão Nascimento, na seqüência de Tropa de Elite, filme também dirigido por José Padilha, ganhador do Urso de Ouro no Festival de Berlim, em 2008. Em seu final de semana de estreia, o filme fez cerca de 1,25 milhão de espectadores, de acordo com dados divulgados por sua assessoria de imprensa.
Segundo o site de noticias Terra, a continuação do sucesso de 2007, dirigido por José Padilha, superou produções americanas, como Eclipse, Harry Potter, X-Men e a trilogia Era do Gelo. À frente do brasileiro, apenas produções como Homem-Aranha 3 e Lua Nova.
            Um dos fatores que gerou o sucesso do primeiro filme Tropa de Elite foi a trilha sonora, como a música do grupo Tihuana que apresenta o mesmo título do filme e também um funk que gerou muitas polêmicas: o Rap das Armas, de Mc Cidinho e Mc Doca.

Rap das Armas – Mc Cidinho e Mc Doca


Parapapapapapapapapapá!
Paparapaparapará clack bum
Parapapapapapapapapapá!
Morro do Dendê
É ruim de invadir
Nós com os Alemão
Vamos se divertir
Porque no Dendê
Eu vou dizer como é que é
Aqui não tem mole
Nem prá DRE
Pá subir aqui no morro
Até a B.O.P.E. treme
Não tem mole pro exército
Civil, nem prá PM
Eu dou o maior conceito
Para os amigos meus
Mas morro do Dendê
Também é terra de Deus
Fé em Deus!
DJ, Vamo lá!...
Vem um de AR 15
E outro de 12 na mão
Vem mais um de pistola
E outro com 2 oitão
Um vai de URU na frente
Escoltando o camburão
Tem mais dois na retaguarda
Mas tão de Glock na mão
Amigos que eu não esqueço
Nem deixo prá depois
Lá vem dois irmãozinho de 762
Dando tiro pro alto
Só prá fazer teste
De ina-ingratek pisto-uzi
Ou de winchester
É que eles são bandido ruim
E ninguém trabalha
De AK 47 na outra mão a metralha
Esse rap é maneiro
Eu digo prá vocês
Quem é aqueles cara de M 16?
A vizinhança dessa massa
Já diz que não agüenta
Na entrada da favela
Já tem ponto 50
E se tu toma um pá
Será que você grita
Seja de ponto 50
Ou então de ponto 30
Mas se for Alemão
Eu não deixo prá amanhã
Acabo com o safado
Dou-lhe um tiro de pazã
Porque esses Alemão
São tudo safado
Vem de garrucha velha
Dá 2 tiro e sai voado
E se não for de revólver
Eu quebro na porrada
E finalizo o rap
Detonando de granada...
Parapapapapapapapapá!
Valeu!
Papará papará papará clackbum!

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Link com o clipe da música:

            O funk no Rio de Janeiro, estado brasileiro onde o ritmo possui mais força, começou a ganhar energia a partir da década de 80. Sua influencia provem de um novo ritmo da Flórida, o Miami Bass, que trazia músicas mais erotizadas e batidas mais rápidas. As letras retratavam o cotidiano dos freqüentadores: abordavam a violência e a pobreza das favelas. Porém, ao mesmo tempo em que as músicas abordavam o cotidiano das classes baixas, alguns bailes começaram a ficar mais violentos e ser palco de "brigas de galeras", onde pessoas de dois lugares dividiam a pista em duas e quem ultrapassasse as fronteiras de um dos "lados", era agredido pela outra galera.
            Hoje, o funk já considerado parte da cultura carioca e os temas são bastante variados, mas o que chama a atenção são as canções que vulgarizam e banalizam a questão sexual, principalmente quando se trata das mulheres. Isso passou a ser tão questionado que Marcelo Adnet, junto de outros comediantes, transformou as letras de alguns funks, satirizando-os a partir de elementos culturais como nomes de escritores de todos os tempos.
           
Gaiola das Cabeçudas – Marcelo Adnet – “Comédia MTV”:

Guerra Ao Terror


Guerra Ao Terror

A guerra é um tema bastante usado para criar grandes histórias no cinema. Ambientado no Iraque, Guerra ao Terror (Hurt Locker, The, 2008) retrata o dia a dia de um pelotão especial anti-bombas, em seus últimos dias de trabalho intenso.
Com o intuito de mostrar de perto a tensão e o perigo que esses soldados e a população do país vivem, o filme traz como lema “A guerra é um vício”. Cada vez mais esses homens se sentem bem em “trabalhar” para a guerra e cada vez mais haverá um motivo para que haja algum conflito.
O filme mostra o despertar das oposições da natureza humana. Ao mesmo tempo em que guerreiam e querem chegar ao fim do dia vivos, eles querem também ajudar os iraquianos. Infelizmente a pressão que um grande conflito produz é imensa, a realidade em que os soldados vivem acaba se tornando uma coisa normal conforme o tempo. Esses soldados se submetem, querendo ou não, a uma guerra maquiada com interesse político e ambicioso.
Guerra ao Terror nada mais é do que uma retratação da lei da sobrevivência por ambas as partes, onde numa guerra nenhum lado ganha, mas apenas os que por fora comandam todo o conflito. Um filme intenso e humano. Confira, vale a pena!

Trailer -Legendado

Dirty Dancing - Rítmo Quente



Dirty Dancing é um filme que fez sucesso na década de 80, cujo tema principal é a dança.
O filme relata a história de uma jovem chamada Frances, conhecida como Baby, que vai passar as férias com a família num resort. Sem querer, ela descobre que os funcionários do hotel, depois do expediente, se divertem dançando num tipo de bar/danceteria, exclusivo, numa área restrita a eles no resort. E é lá que ela conhece o professor de dança do resort, Johnny, por quem se apaixona loucamente.
Johnny tem uma parceira de dança para as apresentações de shows, promovidos no resort, Penny, que engravida de um garçon, que a incentiva a abortar a criança.
Penny comete o aborto e, por isso, não pode cumprir a agenda de shows. Baby se oferece para ser a parceira de Johnny, mas tem um porém, Baby não sabe dançar, então, Johnny se oferece para ensiná-la.
Eles acabam se envolvendo e vivem uma grande história de amor. Contudo, o pai de Baby, que é médido, socorre Penny na complicação do aborto, e deduz que Johnny é o pai da criança e o grande culpado por Penny ter realizado o aborto, então, ele é totalmente contrário a esse amor.
É um romance empolgante, com lindas danças e músicas. Um filme apaixonante que vale a pena assistir, e é, por isso, que faz sucesso até nos dias de hoje, e além disso, pode-se matar a saudade do ator principal Patrick Swayze, que interpréta Johnny.





































Avatar: Uma crítica ao colonialismo

Em Avatar, filme de James Cameron, é contada a história de um Jake Sully,ex-fuzileiro naval que acaba indo para o planeta Pandora. Essa seria a missão de seu irmão gêmeo, Tommy, que acabou sendo morto uma semana antes de partir. Em Pandora, Tommy se conectaria a um corpo artificial, um avatar, feito especialmente para que fosse parecido com o povo nativo dali, os Na'vi, e para que seus sistemas nervosos se conectassem. Cada avatar tinha parte do genoma de seu dono, o que tornava a conexão possível. Como Jake tem o genoma idêntico ao do irmão, é enviado em seu lugar.

Lá encontra um ambiente parecido com uma mina de carvão da Terra. Pandora, na verdade, estava sendo vítima de pilhagem pelos humanos. Era um dos únicos locais do universo de onde poderia ser retirado Unobtanium, uma pedra valiosíssima. A partir daí é possível relacionar o filme à colonização européia. Um local de “alienígenas” com muitas riquezas naturais, utilizado apenas para exploração. Mas o povo Na'vi tinha uma conexão muito forte com os outros seres vivos e elementos do planeta, o que estava atrapalhando a exploração mineral. O intuito dos avatares é de tentar tirar os Na'vi de sua árvore-lar, já que esta está em cima do maior depósito de Unobtanium próximo à base. Porém, a conexão dos nativos com o ambiente acaba tocando Jake e seus companheiros de expedição, Norm e Augustine. Ao perceberem que não seriam capazes de tirar os Na'vi de lá, os militares, comandantes da pilhagem, resolvem declarar guerra. Mais uma vez há um paradoxo com a colonização, já que os povos nativos das colônias foram atacados e escravizados pelos europeus.

A semelhança entre os nativos de Pandora e dos territórios colonizados é explícita. Uma linguagem própria, uma conexão forte com a natureza, a relação com os outros seres vivos, a existência de um líder espiritual, tudo leva a lembrar dos nativos. O filme é uma crítica explícita ao colonialismo. Até a tentativa “amigável” de tentar ensinar sua língua aos nativos acaba sendo um exemplo da tentativa de imposição dos próprios costumes (por que não aprender a linguagem deles?), e a tentativa de “fazer boa ciência” (era recomendado que tudo o que ocorresse fosse documentado em vídeo, e Jake acaba dizendo que os Na'vi não sairiam de seu lar) acaba sendo prejudicial (os militares decidem atacar mais cedo).

O filme, além de ser uma grande crítica ao colonialismo, é rico em efeitos visuais, mesclando a tecnologia com o lado humanitário do autor. Apesar de ser um filme bastante longo (são aproximadamente 2 horas e 40 minutos) é interessante, com uma história dinâmica, não é cansativo. Vale a pena assistir.

Trailer oficial Avatar